15 de abril de 2003

O BETISTÃO
Muitas são as pessoas que se queixam de estarmos invadidos por uma onda betosa. Uma mancha amarela e tonta que por mais que se esfregue insiste em não sair das novelas, da literatura light e, ultimamente das secretarias do estado.
Permitam-me que relembre (ou elucide os sub-vintes) que nos tempos do cavaquismo fomos invadidos por uma onda laranja que empestava de X (este era o sítio em que eu ia escever um nome de costureiro que tem duas letras engalfinhadas uma na outra e que faz malas... Não me lembro...)o nosso país. Ainda podemos encontrar essas criaturas nos gabinetes. Umas, porque se agarraram com unhas e dentes aos tachos. Outras, pura e simplesmente, porque prenderam os brincos de argolas nas portas e até hoje ainda não descobriram como se desengancham. Os ventos têm destas coisas: ora sopram à esquerda, ora à direita.... E, em ambos os casos trazem lixo para a varanda. Nalguns casos, lixo vistoso. Mas, ainda assim, lixo.

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